quarta-feira, 5 de junho de 2013
Desde que entrei na escola, em 1971, com seis anos de idade, sempre gostei muito de estudar. Na minha época era difícil o acesso a livros. O primeiro livro que li foi “Caçadas de Pedrinho”, de Monteiro Lobato. Decorei o livro, porque minha professora não me explicava o que era uma síntese ou resumo. Então, eu tinha que preencher uma ficha dura com 20 linhas apenas e, a história era tão legal que eu escrevi muito e não cabia na ficha. Minha professora ignorou e disse: “Tem que caber na ficha”!
Daí então, eu fiquei desestimulada com a leitura. No ano seguinte, outro professor assumiu as aulas fazendo com que a leitura tivesse outro sentido. Ler, resumir e fazer provas era livre. A partir daí, passei a gostar muito de ler, só que eu tinha mais facilidade em Matemática, pois havia uma professora que me estimulou, fazendo com que eu passasse a adorar os conteúdos de Matemática.
Então, um exercício de Matemática me fascinava mais do que ler um livro, mas não deixava de ler, pois para interpretar os exercícios eu precisava de leitura e tinha que prestar vestibular. Me graduei em Matemática, li vários livros e ainda leio. Gosto muito de ler a revista Veja, jornais, noticiários, temas sobre educação, entre outros meios de comunicação.
Depoimento de Marcia Maria Gorgatto Fraiha
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