domingo, 16 de junho de 2013
sábado, 8 de junho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Experiências com leitura
Minha ligação com a leitura começou cedo, com seis anos eu já sabia ler e escrever, e ler para mim, era a melhor diversão, tudo me chamava a atenção, livros, gibis, revistas, jornais, lia de tudo, adorava quando a professora pedia para ler e eu era uma dos poucos alunos da sala que sabia ler sem gaguejar, embora a minha leitura sempre provocou risos nos meus colegas, pois eu vim da Bahia quando tinha cinco anos e tinha um sotaque bem forte, mais isso não me incomodava. Com o passar do tempo o que esses risos que não me incomodavam, passaram a me inibir e eu já não gostava mais de ler na sala de aula, só o fazia quando a professora mandava. Embora isso tenha me bloqueado para a leitura em público eu não parei de ler, mas a empolgação não era mais a mesma e o meu despertar voltou se para a matemática, afinal para fazer contas e cálculos eu não precisava falar, ou melhor, ler, porque falar sempre foi o meu forte. Na leitura eu fiquei apenas com os itens obrigatórios, ler os livros que os professores pediam. Ler em público se tornou uma tortura para mim.
Minha ligação com a leitura começou cedo, com seis anos eu já sabia ler e escrever, e ler para mim, era a melhor diversão, tudo me chamava a atenção, livros, gibis, revistas, jornais, lia de tudo, adorava quando a professora pedia para ler e eu era uma dos poucos alunos da sala que sabia ler sem gaguejar, embora a minha leitura sempre provocou risos nos meus colegas, pois eu vim da Bahia quando tinha cinco anos e tinha um sotaque bem forte, mais isso não me incomodava. Com o passar do tempo o que esses risos que não me incomodavam, passaram a me inibir e eu já não gostava mais de ler na sala de aula, só o fazia quando a professora mandava. Embora isso tenha me bloqueado para a leitura em público eu não parei de ler, mas a empolgação não era mais a mesma e o meu despertar voltou se para a matemática, afinal para fazer contas e cálculos eu não precisava falar, ou melhor, ler, porque falar sempre foi o meu forte. Na leitura eu fiquei apenas com os itens obrigatórios, ler os livros que os professores pediam. Ler em público se tornou uma tortura para mim.
Hoje não tenho tanto pavor de ler em público, mas tenho que
confessar que não vejo aquele prazer na leitura que eu tinha na minha infância.
Leio alguns livros quando preciso por um ou outro motivo, e leio também para me
distrair, quando o livro me chama a atenção ou algum amigo me indica, mas ainda
prefiro fazer contas.......
Maria da Glória Farias Machado
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Receita pra se comer queijo...
"Não quero faca nem queijo; quero é fome". O comer não começa com o queijo. O comer começa na fome de comer queijo.
Se não tenho fome é inútil ter queijo. Mas se tenho fome de queijo e não tenho queijo, eu dou um jeito de arranjar um queijo... Fala de Adélia Prado do texto de Rubem Alves "O desejo de ensinar e a arte de aprender".
Estou pegando gosto ...Adorei o Blog.Beijos!
Márcia Fraiha.
Alguns fatos da minha infância em relação à leitura e a escrita me marcaram muito. Lembro do meu irmão mais velho chegando em casa após a aula e eu ansiosa pelas tarefas que ele trazia na bolsa. Não tinha idade para frequentar a escola, mas lembro que tinha um caderno brochura e eu fazia as tarefas nesse caderninho. Sempre gostei muito de estudar. Minha vizinha era professora e eu me lembro das aulas que tinha na casa dela, e que foi por causa dela que hoje não sou canhota. Lembro da minha professora da quarta série ( engraçado, a filha dela era minha amiga e não me recordo do seu nome, mas o nome desta professora era Giselda) que nos deu uma lista de 100 palavras para escrevermos 20 vezes cada. Palavras com "s", "ss", "sc" e "cç" . Não fiquei traumatizada , e sempre me recordo deste fato quando corrijo os trabalhos e avaliações dos meus alunos. Depoimento de Mary Pretto
Caminho Suave, se não estiver enganado!!!, alguém aí se lembra desse livro? Pois é, eu gostava muito de ler os textos ali propostos, mesmo porque sempre vinham acompanhados de ilustrações, o que me fazia viajar num mundo de imaginação do qual eu também fazia parte, sentia prazer pela leitura. Mas não me esqueço do livro A ILHA PERDIDA, como gostei de ler aquele livro, como tantos outros, mas esse foi marcante pelo fato de ter que fazer um resumo da história, eu não tinha ideia de como fazer, não sabia se tinha que ser bem detalhado ou não, que trecho seria mais importante, enfim, fiz detalhado, ficou tão extenso que nem me lembro quantas folhas precisei usar, mas assim que a professora, dona Roseli corrigiu, ela me chamou do lado e me explicou tudo como tinha que ser o resumo, para mim foi um aprendizado e tanto, pois a partir daí, senti uma grande facilidade nas disciplinas que envolvia leitura e escrita, para mim foi marcante pois eu percebi a diferença.Depoimento de Marcos Kenji Hatayama
Desde que entrei na escola, em 1971, com seis anos de idade, sempre gostei muito de estudar. Na minha época era difícil o acesso a livros. O primeiro livro que li foi “Caçadas de Pedrinho”, de Monteiro Lobato. Decorei o livro, porque minha professora não me explicava o que era uma síntese ou resumo. Então, eu tinha que preencher uma ficha dura com 20 linhas apenas e, a história era tão legal que eu escrevi muito e não cabia na ficha. Minha professora ignorou e disse: “Tem que caber na ficha”!
Daí então, eu fiquei desestimulada com a leitura. No ano seguinte, outro professor assumiu as aulas fazendo com que a leitura tivesse outro sentido. Ler, resumir e fazer provas era livre. A partir daí, passei a gostar muito de ler, só que eu tinha mais facilidade em Matemática, pois havia uma professora que me estimulou, fazendo com que eu passasse a adorar os conteúdos de Matemática.
Então, um exercício de Matemática me fascinava mais do que ler um livro, mas não deixava de ler, pois para interpretar os exercícios eu precisava de leitura e tinha que prestar vestibular. Me graduei em Matemática, li vários livros e ainda leio. Gosto muito de ler a revista Veja, jornais, noticiários, temas sobre educação, entre outros meios de comunicação.
Depoimento de Marcia Maria Gorgatto Fraiha
As rápidas transformações no mundo do trabalho, o avanço tecnológico configurando a sociedade virtual e os meios de comunicação incidem fortemente na escola, aumentando os desafios para torná-la uma conquista democrática efetiva. É raro os momentos que sobram para leitura,mas tento faze-la.
Quando pequena meu pau lia grandes histórias para mim , e foi com essas histórias que aprendi que um livro te dá a liberdade de ir para onde quiser.
Depoimento de Maria Elena da Costa
terça-feira, 4 de junho de 2013
Linguagem e Matemática
Educar com novas tecnologias é um desafio que até agora não foi enfrentado com profundidade. Temos feito apenas adaptações, pequenas mudanças.
"Considerando que, as diferentes linguagens são de extrema importância para a aprendizagem dos nossos alunos, em momento algum podemos desconsiderá-las no processo de ensino e aprendizagem da Matemática, pois na prática da Leitura e da Escrita surge o aprendizagem e a absorção dos conteúdos matemáticos aplicados nas práticas sociais de diferentes esferas de atividades humanas, dentre as quais: valores, quantidades, porcentagens, medidas, etc.
A matemática deve ser ensinada por meio da motivação, do interesse, da curiosidade do espírito investigativo do estudante."
" O curso Melhor Gestão, Melhor Ensino,voltado para os professores da rede Estadual de Ensino tem por objetivo introduzir o uso de tecnologias em sala de aula com a finalidade de utilizar dos meios para que os alunos sejam motivados a aprender.
Para nós é interessante, mas precisamos que o curso seja presencial para entendermos melhor as atividades e para explorarmos mais os aparelhos que utilizaremos com os alunos. Temos que saber mais que os alunos! "
Por Marcia Fraiha
Depoimentos
"Sempre me pareceu estranho que todos aqueles que estudam seriamente esta ciência acabam tomados de uma espécie de paixão pela mesma. Em verdade, o que proporciona o máximo de prazer não é o conhecimento e sim a aprendizagem, não é a posse mas a aquisição, não é a presença mas o ato de atingir a meta."
(Carl Friedrich Gauss)
segunda-feira, 3 de junho de 2013
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